Polícia Civil de Olímpia esclarece quem matou o motociclista Gatti

A polícia civil local, comandada pelo delegado Marcelo Pupo de Paula e pelo chefe do SIG – Fabio Balthazar, conseguiu desvendar o crime de latrocínio (roubo seguido de morte) ocorrido na noite de 23 de junho passado, na Vila Hípica em Olímpia quando foi morto o mototaxista Luiz Fernando Gatti, de 27 anos, e ainda esclareceu outros roubos na cidade onde mora o assassino, Severínia. O suspeito é Matheus Nunes Fernandes, 20 anos, morador do bairro Cidade de Deus em Severínia.

O trabalho de investigação da polícia teve início com a checagem da linha de onde partiu a ligação para chamar o mototaxista para a corrida. Ao chegarem ao dono da linha em Severínia, os policiais descobriram que ele também era mais uma vítima do autor do latrocínio em Olímpia.

O dono do celular contou que estava numa farmácia de Severínia exatamente colocando créditos no chip quando, de repente, surgiram ladrões que assaltaram a farmácia e levaram o celular dele também. Com o celular em mãos e com crédito nele o assassino fez a ligação que levou o mototaxista para a corrida da morte.

Os policiais checaram as imagens do roubo na farmácia e após várias diligências chegaram ao autor. As possíveis armas do autor e o rádio HT, que o mototaxista utilizava estavam guardadas na casa da namorada dele em Severínia.

A Polícia Civil de Olímpia chegou à conclusão que o autor do crime seria então, Matheus Nunes Fernandes, 20 anos, (foto) morador do bairro Cidade de Deus em Severínia.

Durante as diligências que começaram por volta das 4 horas da madrugada de terça-feira, com a presença do delegado Dr. Marcelo Pupo de Paula, junto com toda a equipe do SIG, que é comandada pelo Investigador Chefe Fabio Balthazar, Matheus chegou a ser detido pelos policiais ainda dormindo na casa da namorada em Severínia, mas acabou fugindo no momento em que os policiais procuravam provas contra ele no interior da residência.

Além das provas do crime cometido em Olímpia, os policiais do SIG e o delegado encontraram também outras provas de outros crimes cometidos por Matheus, como o roubo na farmácia em que ele levou o celular de uma vítima, aparelho de onde partiu a ligação para pedir a suposta corrida de moto.

Além de Matheus a Polícia Civil de Olímpia continua investigando a participação de mais elementos, pelo menos mais um, no Latrocínio contra o mototaxista em Olímpia e nos Roubos em Severínia.

Além do delegado titular da Polícia Civil de Olímpia, Dr. Marcelo Pupo de Paula, e do investigador chefe do SIG, Fabio Balthazar, também participaram da ação os investigadores e agentes do SIG, Amin, Quilles, Fernandão, Marcão, Beloni, João Coqueiro, Denis e Zeca.

O CRIME
O mototaxista Luiz Fernando Gatti, de 27 anos, foi morto a tiros em Olímpia, ao fazer uma corrida, por volta das 22h30 do dia 23 de junho, na Vila Hípica. Ele foi atingido por um tiro no tórax.

Gatti foi chamado para fazer uma corrida e, ao chegar no local, foi morto e teve sua moto roubada. O mototaxista deixou órfã uma menina de 11 meses.

Embora a moto tenha sido levada, os policiais encontraram ao lado da vítima uma bolsa preta que continha um celular da marca LG, um documento de um VW Santana, um documento de moto, um canivete e a quantia de R$ 82 reais em dinheiro, além de vários cartões e três anéis.

iFolha

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